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terça-feira, novembro 01, 2011

Polícia canadense provoca polêmica ao atirar em vaca fujona

A polícia de Gatineau, no Canadá, foi alvo de críticas ao atirar em uma vaca que escapou de caminhão, segundo reportagem da emissora "CTV". Um vídeo publicado no YouTube foi visto por mais de 200 mil pessoas desde o dia 28 de outubro.
O incidente ocorreu na última quinta-feira depois que dois bovinos que eram levados para o matadouro escaparam de um caminhão.
A polícia alegou que atirou em um dos animais porque ele era "uma ameaça para a população". "Eles não tinham escolha a não ser atirar no animal", afirmou o oficial Pierre Lanthier.
A atuação da polícia foi alvo de críticas de associações de defesa dos animais. Eles argumentaram que os policiais poderiam ter usado tranquilizante para capturar as vacas.


USP aceita negociar com invasores da FFLCH

A Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP) divulgou, na noite desta segunda-feira, um pronunciamento a respeito da invasão do prédio da administração da faculdade. O edifício foi ocupado por alunos que entraram em confronto com a Polícia Militar (PM) depois da prisão de três estudantes do curso de Geografia que fumavam maconha dentro do campus. Em nota, a USP explica que a Congregação é um órgão consultivo e deliberativo e representa a instância máxima da Unidade.
No documento, a FFLCH informa que montou uma comissão formada por três professores e dois funcionários para negociar a desocupação do prédio. O texto afirma também que a faculdade “se propõe a realizar gestões junto à superior administração visando a reavaliação do protocolo entre a USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de S. Paulo”.
Por volta das 19 horas desta segunda-feira, cerca de 300 alunos e alguns professores participaram de uma passeata pedindo o fim da atuação da polícia dentro da USP – desde oassassinato do aluno Felipe Ramos de Paiva, em setembro deste ano, o Conselho Gestor da Universidade firmou um convênio com a PM que permite a entrada da polícia no campus.
Em contrapartida, outros alunos da USP estão organizando, por meio do Facebook, um protesto a favor da presença da PM no campus. Idealizado por uma estudante da faculdade de Letras, o ato está marcado para acontecer nesta terça-feira, a partir das 17 horas, na Praça do Relógio, dentro da universidade. "Somos estudantes, somos trabalhadores, somos a maioria", afirma a página do evento no Facebook. "E exigimos segurança! A minoria contra tudo e todos não pode nos impedir de querer o que é nosso de direito! A Cidade Universitária é parte da cidade de São Paulo, e deve ser tratada como tal. Aqui a lei se cumpre, e os fora-da-lei são devidamente punidos!".
Os estudantes que ocupam a FFLCH também planejam para esta terça-feira outra assembleia para decidir se continuam com a invasão.
Leia a íntegra do pronunciamento da Congregação da FFLCH:
A Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, reunida em sessão extraordinária, no dia 31 de outubro de 2011, na sala 8, do Conjunto de Filosofia e Ciências Sociais, à vista da gravidade dos acontecimentos que resultaram na ocupação do prédio da Administração, vem declarar sua disposição para o encaminhamento de soluções mediante negociação com as partes envolvidas no conflito.
A Congregação reconhece que os termos do convênio firmado entre a USP e a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo são vagos, imprecisos e não preenchem as expectativas da comunidade uspiana por segurança adequada. Reconhece igualmente que a intervenção da Polícia Militar extrapolou os propósitos originalmente concebidos com o convênio.
Como é tradicional em suas manifestações, a Congregação repudia com veemência o recurso a todas as formas de violência. É oportuno lembrar que a intervenção da PM ocorreu em um espaço social sensível à presença de forças coercitivas, face ao histórico, ainda recente na memória coletiva da comunidade acadêmica, de intervenções policiais violentas durante a ditadura militar.
As reações de alunos, embora previsíveis, não teriam tido o desdobramento que tiveram caso houvesse prevalecido o bom entendimento entre as partes envolvidas, sem apelo à violência. A Congregação envidará todos seus esforços para desarmar o conflito e conduzir seu desfecho à mesa de negociações.
Para tanto, se propõe a realizar gestões junto à superior administração visando reavaliação do protocolo entre a USP e a Secretaria de Segurança Pública do Estado de S. Paulo. É preciso que haja clareza quanto aos exatos fins e alcance da política de segurança nos campi. Uma moderna política de segurança pública prescinde da criminalização de comportamentos.
Nessa medida, a Congregação acolhe as sugestões dos alunos relativas a medidas que podem contribuir para o aperfeiçoamento da segurança na USP, entre as quais: melhoria da iluminação, aumento da frequência de ônibus de linha e circulares, guarda universitária, constituída por funcionários de carreira, desempenhando preferencialmente funções preventivas e com formação compatível com direitos humanos, criação de um corpo de guardas femininas, capacitadas para o atendimento de vítimas de assédio sexual e estupro.
A Congregação da FFLCH também se compromete a desencadear discussão ampla e aberta a toda a comunidade acadêmica para a formulação e execução de política interna de prevenção de drogas. Com o propósito de reduzir oportunidades de conflitos com desfechos violentos, igualmente se compromete a promover estudos que fundamentem proposta ao Conselho Universitário de revisão e modernização dos regulamentos que disciplinam processos administrativos movidos contra estudantes.
A Congregação reconhece que as discussões e debates a respeito da estrutura de poder na USP tem caráter de urgência e não podem mais ser postergadas sob quaisquer razões ou pretextos. Por fim, convém destacar que a Diretora da FFLCH da USP esteve presente no momento dos acontecimentos e fez a negociação visando a proteção dos direitos dos três alunos envolvidos, acompanhando‐os à Delegacia de Polícia. Além disso, garantiu que não teriam nenhum tipo de punição. Portanto, não é verdadeira a afirmação veiculada na comunidade de que a Diretora apoiou a ação da PM. Nesse sentido, a Congregação manifesta‐se pelo desagravo à injusta acusação que lhe foi imputada em documentos de circulação pública.


Qantas diminuirá preço das passagens após caos aéreo

A Qantas planeja reduzir as tarifas aéreas e veicular uma campanha para atrair os passageiros de volta, disse um jornal, em meio ao embate com sindicatos que prejudicou 70 mil passageiros. A companhia australiana retomou os voos na segunda-feira depois de ter parado toda a sua frota mundial no fim de semana em uma tática ousada para forçar o governo a intervir na pior disputa trabalhista do país em uma década.
No sábado, a Qantas tomou a medida drástica de deixar em terra todos os seus aviões, afetando 70 mil passageiros e pressionando o governo a buscar um fim rápido das disputas entre a companhia aérea e os sindicatos.
Por iniciativa do governo, a Justiça da Austrália ordenou que a Qantas retomasse os voos e proibiu sindicatos de realizarem novas greves enquanto as negociações continuarem. "Essa foi a única maneira de avançar nesta crise", disse o presidente-executivo da Qantas, Alan Joyce, após 36 horas de malabarismo político.
A Singapore Airlines, que compete com a Qantas na importante rota para o Reino Unido, teve maior número de reservas quando a Qantas parou, principalmente do Reino Unido para a Austrália. "A demanda tem sido nos últimos dias particularmente forte para os voos saindo do Reino Unido e para a Austrália", disse o porta-voz da companhia asiática, Nicholas Ionides.


Toyota apresenta robôs que ajudam pacientes e enfermeiros



A Toyota apresenta nesta terça-feira, no Japão, uma série de robôs de cuidado com a saúde e enfermagem. Os equipamentos, da série Toyota Partner Robot, devem chegar ao mercado em 2013, segundo a japonesa.
O Assistente Independente de Caminhada (Independent Walk Assist, em inglês) é voltado a pessoas que têm uma perna paralisada. Acoplado ao membro, o robô ajuda o usuário a dobrar o joelho, o que lhe garantiria um andar mais natural.
Pacientes em recuperação ou que por diversos motivos têm problemas de equilíbrio terão à disposição o Assistente de Treino de Equilíbrio (Balance Training Assist, em inglês). Equipado com duas rodas, robô permite que treinamento seja divertido, podendo ser usado, por exemplo, como controle para videogames.
Voltado a enfermeiras e pessoas que cuidam de doentes, o Assistente de Transferência de Paciente (Patient Transfer Assist, em inglês) é um robô que busca diminuir o esforço dos acompanhantes na movimentação do paciente.

Itaú Unibanco tem lucro recorde entre bancos no Brasil

O Itaú Unibanco, maior banco privado do Brasil, anunciou nesta terça-feira lucro de R$ 10,9 bilhões nos primeiros nove meses do ano, 16% superior ao resultado no mesmo período de 2010. Segundo levantamento da conulstoria Economatica, este é o maior lucro já registrado por uma banco brasileiro de capital aberto nos nove primeiros meses do ano.
A insittuição bateu sua própria marca de R$ 9,4 bilihões, verificada em 2010. Em seguida aparece o resultado no Bradesco também em 2011, com R$ 8,3 bilhões. Sem ainda ter divulgado o resultado deste ano, o Banco do Brasil segue com a terceira posição, com lucro de R$ 7,7 bilhões no ano passado.

FBI publica imagens e vídeo de espiões russos desmascarados

O FBI publicou fotos e um vídeo gravado durante a década de vigilância dos 10 espiões russos que foram presos e deportados no ano passado.
O vídeo mostrava Anna Chapman - uma espiã de 28 anos cujas fotos nuas e animados romances amorosos a converteram instantaneamente em sensação dos tabloides - em um encontro em Nova York em uma cafeteria com um agente encoberto americano. Outro vídeo revela a espiã passeando por uma loja enquanto "um oficial do governo russo" a aguarda do lado de fora, segundo o FBI.
As fotos de vigilância mostraram outros membros do grupo em diversos lugares públicos, encontrando-se com outros membros, caminhando pela rua sozinhos ou, em outro caso, em sua cerimônia de graduação de Harvard.
"As prisões dos dez espiões russos no ano passado proporcionaram uma arrepiante lembrança de que a espionagem no solo americano não desapareceu com o fim da Guerra Fria", destacou o FBI. Mas os espiões "jamais puseram as mãos em qualquer documento secreto, apesar de sua tentativa séria neste sentido...".
Os espiões foram presos em 26 de junho de 2010 e, deportados duas semanas mais tarde após serem declarados culpados por espionagem.


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