Doe dinheiro para nos ajudar!

Banco PanAmericano tem lucro de R$ 76,1 mi no 1º trimestre

O Banco Panamericano teve lucro de R$ 76,1 milhões de janeiro a março, no primeiro trimestre sob gestão do BTG Pactual, que comprou o controle da instituição financeira após a descoberta...

Telescópio Herschel registra tempestade de gás varrendo galáxia

O telescópio especial Herschel, da agência espacial europeia (ESA, na sigla em inglês), registrou imagens de tempestades de...

'Brasileiros estão entre os mais ricos do Reino Unido; confira'

Lily Safra, Antônio Luiz Seabra e Michel de Carvalho aparecem entre os mais ricos da Grã-Bretanha, segundo ranking divulgado no domingo...

Artista cria lancha baseada no Veyron

Superbarco de 1.001 cv é construído com o mesmo material e cores de modelo especial da Bugatti

Seja Parceiro; Be a partner

Contact by email: ndwpublicity@hotmail.com Entre em contato pelo e-mail: ndwpublicity@hotmail.com

sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Niemeyer renega a autoria do Sambódromo do Anhembi, em SP



O Sambódromo do Anhembi, onde começam hoje os desfiles do Carnaval de São Paulo e que desde 1991 recebe as principais escolas de samba da capital, foi projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

A SPTuris, empresa municipal de turismo que administra o sambódromo, acaba de descobrir que não é bem assim: Niemeyer nega ser o autor do projeto.
A maquete do projeto foi entregue em maio de 1990. Ele havia acabado de projetar o Sambódromo do Rio.
O que foi implantado não é exatamente o proposto.
No projeto original não havia, por exemplo, banheiro de alvenaria na parte de trás das arquibancadas. Nem as torres para os jurados, uma exigência da liga das escolas, que organiza os desfiles.

As adaptações foram feitas por arquitetos da prefeitura e pela empresa de engenharia Promon, contratada na época pela Anhembi Turismo, antigo nome da SPTuris. Mesmo assim, Niemeyer nunca havia negado a autoria do projeto do sambódromo.
A SPTuris está fazendo novas reformas no Sambódromo. A dispersão foi ampliada. Será construída uma área para imprensa, que será usada também nas corridas da Fórmula Indy. O camarote oficial da prefeitura vai ganhar uma área permanente.

sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Ação da Petrobras tem forte queda após resultados do 4º trimestre


As ações da Petrobras operavam em forte baixa no pregão desta sexta-feira, seguindo a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2011 e o fechamento de uma licitação recorde para a contratação de sondas. Às 12h10, a ação preferencial caía 4,8%, a R$ 24,27, enquanto a ordinária perdia mais de 5,4%, a R$ 26,03. No mesmo instante, o Ibovespa recuava 1,75%.


Os resultados da petrolífera decepcionaram o mercado e incentivaram uma realização de lucros nos papéis que acumulam ganhos de cerca de 20% em 2012.
"Os resultados do quarto trimestre vieram abaixo de nossas expectativas, particularmente pelos gastos com importação muito maiores", afirmaram os analistas Paula Kovarsky e Diego Mendes, do Itaú BBA, em relatório. A instituição considerou os números "muito ruins".



A Petrobras registrou lucro líquido de R$ 5,05 bilhões no quarto trimestre de 2011, queda de 52,4% ante o mesmo período do ano anterior, influenciado pelo aumento dos custos operacionais e das importações de derivados de petróleo, apesar da alta dos preços da commodity ter aumentado a receita da companhia.


O segmento de Abastecimento da Petrobras apresentou um prejuízo de R$ 9,9 bilhões em 2011, em meio ao aumento nos custos com importações.


Os analistas Emerson Leite e Andre Sobreira, do Credit Suisse, destacaram como ponto negativo a geração de caixa negativa no quarto trimestre, que caiu R$ 2,1 bilhões na comparação com o terceiro trimestre de 2011.


"Poderiam ter sido um bom trimestre para a Petrobras, com a produção das refinarias aumentando 4%, a produção nacional de petróleo e gás com alta de 4%, e volumes de refinaria aumentando 3%. Mas não foi esse o caso...", ressaltaram os analistas, também em relatório.

Crise na Europa deve aumentar falências


Os efeitos na economia mundial gerados pela crise que assola a Europa não param de surgir. Este ano, pelo menos 330 mil empresas do mundo todo podem aumentar a quantidade de companhias falidas ao redor do globo – número 3% maior do que no ano passado. E o Brasil, mesmo não sofrendo tantos impactos, deve tomar cuidado, afinal, os reflexos da crise podem, de alguma maneira, afetar as empresas nacionais.
A estimativa é do Euler-Hermes, maior grupo mundial de seguros de crédito. No ano passado, o último Índice Global de Insolvência de Empresas (IGI) diminuiu 3%, mas, este ano o número deve subir novamente. A projeção é de que o número de empresas que declaram falência aumente em 25 dos 33 países monitorados pela empresa – que representam mais de 80% da economia mundial.
Para José Meireles de Sousa, coordenador do curso de Comércio Internacional da Universidade Anhembi Morumbi, os países europeus devem tomar medidas mais sérias para evitar que o número seja ainda maior. “Isso também implica na retirada de direitos sociais e trabalhistas, sem contar que os bancos devem diminuir o crédito, com políticas mais rígidas em função da crise”, argumenta.
Para ele, com a diminuição de créditos bancários, as empresas mais prejudicadas serão as de menor porte. “Grande parte dos empregos do mundo todo está nessas empresas. Com um número elevado de demissões, poderá haver mais trabalhos informais na sociedade, o que prejudica a concorrência e o desenvolvimento das companhias”, acredita.
Impactos no Brasil
Sousa comenta ainda que os danos podem afetar, em parte, o empresariado nacional. “Nossa economia é dependente de outros países. Nossas exportações estão ligadas, na maioria, às commodities. Se algum país não puder mais comprar de nós, isso afeta as empresas exportadoras”, explica.
Por outro lado, Roberto Simonard, professor de economia internacional da ESPM do Rio de Janeiro, acredita que a crise não deve aumentar o número de empresas que pedem falência no Brasil. “A economia europeia é muito grande e, se estiver em crise, as atividades econômicas do mundo todo diminuirão. No entanto, a falência de empresas brasileiras é uma consequência um pouco exagerada, porque as empresas que exportam têm clientes bastante diversificados no mundo todo”, conta.
Esta opinião, inclusive, também é defendida por Erivaldo Vieira, professor de economia da FECAP. Ele acredita que, a curto e médio prazos, a crise não deve afetar tanto as empresas nacionais a ponto de elas terem que fechar as portas. “As empresas que mais sentem são as exportadoras, mas o máximo que pode acontecer é elas sofrerem com a margem de lucro menor, porque vão ter que diminuir o preço para continuar vendendo, ou ainda sofrer com a restrição de crédito externo”, afirma.
O principal impacto para ele, porém, é que, por conta da situação econômica mundial, as empresas nacionais não crescerão tanto quanto gostariam. “Com isso, perderemos vendas e não serão gerados tantos empregos para a população. Vamos crescer menos, mas não devemos chegar a falir”, finaliza.
Ainda de acordo com o estudo da Euler-Hermes, a maior alta de insolvência das empresas em termos percentuais deve vir da Grécia. Em 2011, o número aumentou 35% e, para este ano, são esperados outros 26%.

RS: grupo que fez 35 reféns entrou em banco com cadeira de rodas


Os três assaltantes que mantiveram nesta quinta-feira 35 pessoas reféns por quase quatro horas em uma agência do Bradesco na avenida Azenha, em Porto Alegre, entraram no banco levando as armas em uma cadeira de rodas. De acordo com o subcomandante do 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM), major Luiz Porto, um dos criminosos se fez passar por cadeirante e usou o acesso lateral, que não tem detector de metais.
O grupo portava três revólveres e uma pistola falsa. "Dentro da agência, eles se apoderaram das armas dos vigilantes, ficando com sete no total", disse o major.
O assalto começou por volta das 16h30. Após quatro horas de negociações, os reféns começaram a ser libertados em grupos de três. Segundo o subcomandante do 1º BPM, a preocupação da polícia era que os criminosos não saíssem disfarçados com as roupas dos seguranças. "Fizemos contato com a empresa que faz a vigilância e trouxemos um supervisor, que nos auxiliou a identificar quem eram os vigilantes. Também tivemos o apoio da chefia do banco que ajudou com o reconhecimento dos funcionários", disse.
Os três suspeitos foram presos. De acordo com a polícia, outros três comparsas teriam escapado pelos fundos da agência e deixado armas pelas ruas durante a fuga. A quadrilha, especializada nesse tipo de crime, seria proveniente do núcleo residencial Cefer, do bairro Bom Jesus.
Segundo o comandante do policiamento de Porto Alegre, coronel Atamar Cabreira, as negociações foram tranquilas. "No começo, eles estavam muito nervosos, mas depois de muita negociação, resolveram sair. Queriam que todos reféns saíssem juntos, o que nos daria uma desvantagem tática, e fomos negociando para que as pessoas saíssem aos poucos", afirmou.
Todas as exigências da quadrilha foram satisfeitas: a presença de familiares, da imprensa e de um defensor público. Nos arredores do banco foi encontrado um carro que seria utilizado na fuga do grupo. Às 20h30, a PM iniciou uma vistoria no interior do prédio.

Ford Pinto e Mustang: jornal lista 10 piores carros nos EUA


O jornal americano Los Angeles Times pediu ao site especializado em testes e comercialização de veículos Edmunds.com que fizesse uma lista com os dez piores carros já vendidos nos Estados Unidos. Entre os "eleitos" estão carros da Ford, Chevrolet, Cadillac e até da clássica Oldsmobile.
Na opinião do Edmunds.com, que avaliou os carros não só pelo design mas pelos componentes também, o pior de todos é o Pontiac Aztek, fabricado em 2001 pela antiga marca da General Motors. "É o único da lista a matar uma companhia de 84 anos", diz a reportagem.
Confira a lista:
1. 2001 Pontiac Aztek
2. 1974 Ford Mustang II
3. 1987 Yugo
4. 1971 Chevrolet Vega
5. 2003 Saturn Ion
6. 1958 Edsel Corsair
7. 1982 Cadillac Cimarron
8. 1979 Oldsmobile Cutlass Supreme Diesel
9. 1917 Chevrolet Series D
10. 1971 Ford Pinto

Cápsula que resgatou mineiros chilenos é exposta em Londres



A cápsula que retirou os 33 mineiros que permaneceram presos durante 69 dias sob a terra no norte do Chile em 2010 ficará exposta a partir deste sábado em Londres, na primeira apresentação na Europa deste "símbolo do resgate".
Fênix 2, a jaula metálica de quase 4 m de comprimento e 53 centímetros de diâmetro pintada com as cores vermelho, azul e branco da bandeira chilena, ficará exposta até o dia 13 de maio no Museu da Ciência.
A responsável de ciência contemporânea do popular museu britânico, Katrina Nilsson, afirmou em um comunicado que a cápsula é "um símbolo do resgate sem precedentes dos 33 mineiros".
"Estou certa de que todos podemos nos lembrar do momento no qual o primeiro deles foi retirado da superfície após permanecerem presos por quase 10 semanas", acrescentou, destacando sobretudo os "desafios técnicos que as equipes de resgate enfrentaram durante esta operação extraordinária".
Os mineiros viveram uma saga incrível. Presos no dia 5 de agosto de 2010 a 700 m de profundidade na mina San José, na região do Atacama, e dados como mortos após 17 dias de silêncio, conseguiram finalmente fazer chegar à superfície um papel que dizia "estamos bem no refúgio os 33".
Começou então uma complexa operação para retirá-los, que incluiu a concepção desta sofisticada cápsula desenhada pela Marinha chilena com a colaboração da Agência Espacial Americana (Nasa).
O resgate, que também exigiu a perfuração de um túnel de mais de 600 metros, começou no início de 13 de outubro e foi concluído 22 horas depois com todos os mineiros libertados sãos e salvos, em uma operação acompanhada em todo o mundo.

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More