O Brasil pode ajudar Portugal, que atravessa graves dificuldades econômicas e financeiras, declarou nesta terça-feira a presidente Dilma Rousseff. A declaração foi feita durante uma visita da presidente à cidade de Coimbra, centro de Portugal, segundo a agência Lusa.
"Sim, o Brasil poderá ajudar Portugal, como Portugal ajudou o Brasil economicamente", respondeu Rousseff ao ser questionada por um jornalista, sem dar maiores detalhes. Dilma Roussef assistirá na quarta-feira a uma cerimônia de homenagem da Universidade de Coimbra a seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, antes de reunir-se em Lisboa com seu colega português Aníbal Cavaco Silva e o primeiro-ministro demissionário José Sócrates.A presidente chegou nesta terça-feira a Portugal para uma visita oficial de dois dias, na qual se comprometeu a conceder toda a atenção ao país, que atravessa sua pior crise política desde que recuperou a democracia em 1974. Em declarações a uma emissora de televisão portuguesa antes de sua chegada a Portugal, a presidente negou que o Brasil tenha deixado as relações com a Europa e Portugal em segundo plano e afirmou que há uma "relação especial" com a antiga metrópole."Pela minha parte pode ter a certeza: darei a Portugal toda a atenção", destacou Dilma, que visita este país poucos dias após a queda do governo do primeiro-ministro José Sócrates, em meio à crise econômica que ameaça Lisboa a solicitar resgate financeiro à União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional (FMI)."Não colocamos a Europa em segundo plano. Temos uma relação especial com Portugal", assinalou a presidente brasileira em entrevista ao canal de televisão SIC. Ela indicou, no entanto, que os progressos nas relações bilaterais dependem de ambas as partes. Esta visita de Dilma, a primeira viagem à Europa desde que tomou posse em janeiro, permitirá se reunir na quarta-feira com o presidente português, Aníbal Cavaco Silva, e com o ex-primeiro-ministro Sócrates.A renúncia aconteceu na semana passada após o Parlamento português não aprovar seu último programa de austeridade econômica. Portugal recebe Dilma em meio à crise política que agravou os problemas econômicos, imersa em recessão e com taxa de juros em recordes históricos, superiores a 8%.Lula expressou na segunda-feira, em declarações aos jornalistas em Portugal, sua esperança de que o Brasil possa ajudar Portugal, enquanto na imprensa econômica portuguesa, falou-se sobre a possibilidade de entidades brasileiras financiarem parte da dívida portuguesa. Segundo dados oficiais, os intercâmbios comerciais entre os dois países estão em alta e, nos dois primeiros meses de 2011, somaram US$ 421,66 milhões, com um aumento de 59,4% em relação ao mesmo período de 2010.
"Sim, o Brasil poderá ajudar Portugal, como Portugal ajudou o Brasil economicamente", respondeu Rousseff ao ser questionada por um jornalista, sem dar maiores detalhes. Dilma Roussef assistirá na quarta-feira a uma cerimônia de homenagem da Universidade de Coimbra a seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, antes de reunir-se em Lisboa com seu colega português Aníbal Cavaco Silva e o primeiro-ministro demissionário José Sócrates.A presidente chegou nesta terça-feira a Portugal para uma visita oficial de dois dias, na qual se comprometeu a conceder toda a atenção ao país, que atravessa sua pior crise política desde que recuperou a democracia em 1974. Em declarações a uma emissora de televisão portuguesa antes de sua chegada a Portugal, a presidente negou que o Brasil tenha deixado as relações com a Europa e Portugal em segundo plano e afirmou que há uma "relação especial" com a antiga metrópole."Pela minha parte pode ter a certeza: darei a Portugal toda a atenção", destacou Dilma, que visita este país poucos dias após a queda do governo do primeiro-ministro José Sócrates, em meio à crise econômica que ameaça Lisboa a solicitar resgate financeiro à União Europeia e ao Fundo Monetário Internacional (FMI)."Não colocamos a Europa em segundo plano. Temos uma relação especial com Portugal", assinalou a presidente brasileira em entrevista ao canal de televisão SIC. Ela indicou, no entanto, que os progressos nas relações bilaterais dependem de ambas as partes. Esta visita de Dilma, a primeira viagem à Europa desde que tomou posse em janeiro, permitirá se reunir na quarta-feira com o presidente português, Aníbal Cavaco Silva, e com o ex-primeiro-ministro Sócrates.A renúncia aconteceu na semana passada após o Parlamento português não aprovar seu último programa de austeridade econômica. Portugal recebe Dilma em meio à crise política que agravou os problemas econômicos, imersa em recessão e com taxa de juros em recordes históricos, superiores a 8%.Lula expressou na segunda-feira, em declarações aos jornalistas em Portugal, sua esperança de que o Brasil possa ajudar Portugal, enquanto na imprensa econômica portuguesa, falou-se sobre a possibilidade de entidades brasileiras financiarem parte da dívida portuguesa. Segundo dados oficiais, os intercâmbios comerciais entre os dois países estão em alta e, nos dois primeiros meses de 2011, somaram US$ 421,66 milhões, com um aumento de 59,4% em relação ao mesmo período de 2010.






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