O preço da gasolina nos Estados Unidos disparou 0,9% em janeiro, elevando a inflação ao consumidor e trazendo um lembrete sobre os riscos que os custos de energia impõem à recuperação econômica. A alta de 0,2% no índice de preços ao consumidor, divulgado pelo Departamento de Trabalho nesta sexta-feira, mostra que a inflação continua sob controle, mas uma leitura das pressões inflacionárias subjacentes pode reforçar a cautela do Federal Reserve (FED, banco central americano), que considera mais medidas de estímulo à economia.
Após três meses de declínio da gasolina, tensões no Oriente Médio têm elevado o preço do petróleo, aumentando os custos de combustível para os norte-americanos. O núcleo dos preços - que exclui alimentos e energia - subiu 0,2%, em linha com as previsões. Porém, a inflação do núcleo nos 12 meses até janeiro subiu inesperadamente, para 2,3%.Embora a leitura anual dos preços tenha desacelerado, a constante aceleração do núcleo sugere que as pressões inflacionárias não estão diminuindo tão rápido quanto o previsto. "O FED deverá ser cauteloso em preparar uma resposta ao cenário de inflação geral", disse o economista da TD Securities, Millan Mulraine.Dados recentes sobre o emprego e a indústria dos EUA aliviaram preocupações sobre a possibilidade de uma desaceleração acentuada no trimestre atual. Uma medida da atividade econômica futura dos EUA atingiu o maior nível em três anos e meio em janeiro, devido a fortes ganhos no setor manufatureiro, informou o Conference Board nesta sexta-feira, apontando uma velocidade estável de crescimento do país.Reduzindo a alta mensal do núcleo dos preços, os custos de carros e caminhões usados caíram 1% e os custos de novos veículos ficaram estáveis. Em geral, os preços ao consumidor tiveram inflação anual de 2,9%, após alta de 3 por cento em dezembro. A taxa ficou de acordo com as expectativas de economistas.
Após três meses de declínio da gasolina, tensões no Oriente Médio têm elevado o preço do petróleo, aumentando os custos de combustível para os norte-americanos. O núcleo dos preços - que exclui alimentos e energia - subiu 0,2%, em linha com as previsões. Porém, a inflação do núcleo nos 12 meses até janeiro subiu inesperadamente, para 2,3%.Embora a leitura anual dos preços tenha desacelerado, a constante aceleração do núcleo sugere que as pressões inflacionárias não estão diminuindo tão rápido quanto o previsto. "O FED deverá ser cauteloso em preparar uma resposta ao cenário de inflação geral", disse o economista da TD Securities, Millan Mulraine.Dados recentes sobre o emprego e a indústria dos EUA aliviaram preocupações sobre a possibilidade de uma desaceleração acentuada no trimestre atual. Uma medida da atividade econômica futura dos EUA atingiu o maior nível em três anos e meio em janeiro, devido a fortes ganhos no setor manufatureiro, informou o Conference Board nesta sexta-feira, apontando uma velocidade estável de crescimento do país.Reduzindo a alta mensal do núcleo dos preços, os custos de carros e caminhões usados caíram 1% e os custos de novos veículos ficaram estáveis. Em geral, os preços ao consumidor tiveram inflação anual de 2,9%, após alta de 3 por cento em dezembro. A taxa ficou de acordo com as expectativas de economistas.






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