A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que o momento atual, de crise internacional, não é propício para aprovar despesas sem apontar a fonte de recursos. A declaração de Dilma, dada em entrevista a emissoras de rádio de Pernambuco, foi em reação à possibilidade de aprovação, pelo Congresso, da Emenda 29, que regulamenta os gastos com saúde nos três níveis de governo.
Dilma afirmou que a elevação em R$ 10 bilhões da meta de superávit primário, anunciado pelo governo, abre espaço para a redução das taxas de juros no País e que não haverá cortes nos investimentos decorrentes da economia maior. "Nós queremos que, a partir deste momento, nós comecemos ater no horizonte a possibilidade de redução dos juros".A presidente também explicou aos aliados que o governo é contra a aprovação de outra proposta de emenda constitucional, a PEC 300, que cria um piso salarial aos agentes de segurança em todo País. Nesse caso, os reajustes seriam subsidiados pelo governo federal por anos até serem incorporados pelos governos estaduais.Superávit maior
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou, após a reunião, que o superávit deste ano será aumentado em R$ 10 bilhões, elevando a meta para R$ 127,8 bilhões. No início do ano, o governo já havia anunciado um corte de gastos no orçamento de R$ 50 bilhões.O governo justificou a medida como necessária em função da crise econômica global e que abre espaço para uma flexibilização da política monetária. Dilma garantiu que, apesar do superávit maior, não haverá cortes de gastos em investimentos ou em programas sociais, como o Bolsa Família. "Nós vamos manter todos os investimentos", disse Dilma. E acrescentou: "Esses R$ 10 bilhões decorrem de um esforço que nós fizemos nesse período, tanto no que se refere a gastos de custeio quanto ao aumento de receita decorrentes do fato de que o Brasil está crescendo".
Dilma afirmou que a elevação em R$ 10 bilhões da meta de superávit primário, anunciado pelo governo, abre espaço para a redução das taxas de juros no País e que não haverá cortes nos investimentos decorrentes da economia maior. "Nós queremos que, a partir deste momento, nós comecemos ater no horizonte a possibilidade de redução dos juros".A presidente também explicou aos aliados que o governo é contra a aprovação de outra proposta de emenda constitucional, a PEC 300, que cria um piso salarial aos agentes de segurança em todo País. Nesse caso, os reajustes seriam subsidiados pelo governo federal por anos até serem incorporados pelos governos estaduais.Superávit maior
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou, após a reunião, que o superávit deste ano será aumentado em R$ 10 bilhões, elevando a meta para R$ 127,8 bilhões. No início do ano, o governo já havia anunciado um corte de gastos no orçamento de R$ 50 bilhões.O governo justificou a medida como necessária em função da crise econômica global e que abre espaço para uma flexibilização da política monetária. Dilma garantiu que, apesar do superávit maior, não haverá cortes de gastos em investimentos ou em programas sociais, como o Bolsa Família. "Nós vamos manter todos os investimentos", disse Dilma. E acrescentou: "Esses R$ 10 bilhões decorrem de um esforço que nós fizemos nesse período, tanto no que se refere a gastos de custeio quanto ao aumento de receita decorrentes do fato de que o Brasil está crescendo".






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