Outra rodada de expansão monetária e a tolerância com níveis um pouco maiores de inflação. Este foi o mix proposto nesta sexta-feira por Robert Engle, Nobel de Economia, para os Estados Unidos escaparem da recessão. "Um pouquinho de inflação seria benéfico, porque ajudaria a elevar os preços dos imóveis e estimular o setor imobiliário", disse Engle a jornalistas, durante congresso da BM&FBovespa, referindo-se ao setor que foi o epicentro da crise financeira de 2008.
Segundo ele, os mercados financeiros globais devem seguir com volatilidade elevada pelo menos até novembro, prazo fixado para o Congresso americano votar um plano que combine cortes de custos e eventuais estímulos que permitam ao país se levantar da fraqueza econômica.Além disso, pontuou, há grande expectativa de que parlamentares da Alemanha aprovem em setembro um aumento de um fundo de reserva europeu que aumente a confiança dos investidores na zona do euro, às voltas com uma crise de dívidas soberanas.Para Engle, diretor do Stern Volatility Institute da Universidade de Nova York, se essas questões não forem adequadamente resolvidas, a volatilidade deve se estender por mais tempo. No caso dos EUA, disse Engle, o maior responsável pela extensão das incertezas é político, já que os parlamentares custam a chegar a um necessário consenso em torno de um pacote de estímulo econômico."Atribuo a volatilidade atual à arena política", afirmou o economista, admitindo temer que os EUA entrem num ciclo de estagnação econômica semelhante ao vivido pelo Japão, que já dura duas décadas. "Parece que não aprendemos com a crise de 1929", afirmou, referindo-se ao crash da bolsa que precedeu uma década de drepressão econômica global.Para Engle, já não há muito o que o Federal Reseve (FED, banco central dos EUA) possa fazer sozinho para ajudar, uma vez que os juros no país estão perto de zero e devem seguir assim por pelo menos dois anos, e que o órgão já implementou medidas de expansão monetária, nas duas edições do pacote conhecido como "quantitative easing". "Não há muito mais que ele (Ben Bernanke, presidente do FED) possa fazer", disse Engle.Nesta sexta-feira, em discurso anual, Bernanke não sinalizou mais medidas para estimular o crescimento dos EUA, mas disse que o FED vai se reunir por dois dias em setembro para considerar opções de estímulos monetários adicionais.
Segundo ele, os mercados financeiros globais devem seguir com volatilidade elevada pelo menos até novembro, prazo fixado para o Congresso americano votar um plano que combine cortes de custos e eventuais estímulos que permitam ao país se levantar da fraqueza econômica.Além disso, pontuou, há grande expectativa de que parlamentares da Alemanha aprovem em setembro um aumento de um fundo de reserva europeu que aumente a confiança dos investidores na zona do euro, às voltas com uma crise de dívidas soberanas.Para Engle, diretor do Stern Volatility Institute da Universidade de Nova York, se essas questões não forem adequadamente resolvidas, a volatilidade deve se estender por mais tempo. No caso dos EUA, disse Engle, o maior responsável pela extensão das incertezas é político, já que os parlamentares custam a chegar a um necessário consenso em torno de um pacote de estímulo econômico."Atribuo a volatilidade atual à arena política", afirmou o economista, admitindo temer que os EUA entrem num ciclo de estagnação econômica semelhante ao vivido pelo Japão, que já dura duas décadas. "Parece que não aprendemos com a crise de 1929", afirmou, referindo-se ao crash da bolsa que precedeu uma década de drepressão econômica global.Para Engle, já não há muito o que o Federal Reseve (FED, banco central dos EUA) possa fazer sozinho para ajudar, uma vez que os juros no país estão perto de zero e devem seguir assim por pelo menos dois anos, e que o órgão já implementou medidas de expansão monetária, nas duas edições do pacote conhecido como "quantitative easing". "Não há muito mais que ele (Ben Bernanke, presidente do FED) possa fazer", disse Engle.Nesta sexta-feira, em discurso anual, Bernanke não sinalizou mais medidas para estimular o crescimento dos EUA, mas disse que o FED vai se reunir por dois dias em setembro para considerar opções de estímulos monetários adicionais.






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