Uma missão humanitária da Força Aérea Brasileira (FAB) tem levado água potável para municípios que sofreram com as enchentes dos últimos dias em Santa Catarina. As aeronaves H-34 Super Puma e Black Hawk transportam, de forma ininterrupta desde sábado, água e mantimentos para Rio do Sul (a 200 km de Florinaópolis), uma das cidades mais afetadas pelas chuvas. O acesso rodoviário ao município continua precário e a ajuda só chega por via aérea. Outras cidades da região permanecem isoladas.
A cada voo, as aeronaves da FAB decolam com 2 t de carga e os mantimentos são levados para o campo de futebol da Associação dos Desportistas do Bairro Boa Vista. Os moradores encaminham o montante à sede provisória da Secretaria da Assistência Social e Habitação de Rio do Sul, para serem distribuídos entre a população.
"Acreditamos que 90% da população da cidade foi atingida de alguma maneira. Há bairros isolados, portanto o trabalho e a ajuda das Forças Armadas têm sido fundamental no apoio a essas pessoas", disse a secretaria da Assistência Social e Habitação de Rio do Sul, Jane Ghizzo Schimidt.
As operações de ajuda humanitária da FAB iniciaram-se no sábado e, em quatro horas de atuação, o H-34 Super Puma transportou cerca de 8 t de mantimentos, entre remédios, cestas básicas, kits de limpeza e água potável. No domingo, juntou-se à missão o Black Hawk.
Milhares de litros d'água contra seca no DF
Um Hércules C-130 da FAB iniciou também no sábado uma série de missões de combate aos incêndios florestais que atingem o Distrito Federal. A aeronave, equipada com um sistema aéreo de combate ao fogo pode, lançar 12 mil litros de água em uma área de 500 m de extensão e 50 m de largura. O trabalho inicial concentrou-se nos arredores do aeroporto de Brasília, onde a fumaça dos focos de incêndio poderiam atrapalhar o tráfego aéreo.
Um Hércules C-130 da FAB iniciou também no sábado uma série de missões de combate aos incêndios florestais que atingem o Distrito Federal. A aeronave, equipada com um sistema aéreo de combate ao fogo pode, lançar 12 mil litros de água em uma área de 500 m de extensão e 50 m de largura. O trabalho inicial concentrou-se nos arredores do aeroporto de Brasília, onde a fumaça dos focos de incêndio poderiam atrapalhar o tráfego aéreo.
"Além do aeroporto, nós também vamos atuar nas áreas críticas que os bombeiros indicarem", afirmou o tenente-coronel Marco Aurélio de Oliveira, um dos pilotos das missões. A cidade de Brasília enfrenta uma série de incêndios florestais provocados pela estiagem de mais de 91 dias de duração e pela baixa umidade do ar.
Segundo o Corpo de Bombeiros do DF, mais de 50 focos de incêndio foram identificados nos últimos dias e alguns deles atingiram grandes proporções. As áreas mais afetadas foram a região do aeroporto, o Jardim Botânico e a Floresta Nacional. Na manhã de sexta-feira o aeroporto teve de atuar por instrumentos por causa da baixa visibilidade provocada pela fumaça do incêndio.
O C-130 Hércules, sediado na Base Aérea dos Afonsos (RJ), chegou a Brasília na noite de sexta-feira e começou a fazer os voos de combate aos incêndios logo ao amanhecer de sábado. A operação de combate ao fogo não tem data para acabar.






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