Motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo realizaram uma paralisação que começou por volta das 3h desta terça-feira em protesto contra as multas aplicadas pela SPTrans e pela Prefeitura da capital paulista. Eles alegam que não conseguem recorrer das notificações. O Sindicato dos Motoristas de São Paulo explica que não defende os motoristas infratores, mas considera abusivos os valores dessas multas - mais de 400 todos os dias -, de um tipo que não cabe recurso. A manifestação acabou às 6h, quando os ônibus começaram a deixar as garagens, segundo o sindicato.
A paralisação foi aprovada em plenário da noite dessa segunda-feira. A diretoria do sindicato diz que tenta em vão negociar com a Secretaria Municipal dos Transportes (SMT) a readequação de portaria que sancionou as multas do Resam, que estão classificadas de acordo com os padrões de qualidade, eficiência e segurança em leves, médias, graves e gravíssimas, e seus valores superam em quase três vezes mais as que constam no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Os trabalhadores são penalizados duplamente com as multas do Resam e do CTB.
Ainda de acordo com o sindicato, as empresas repassam as penalidades aos funcionários. A estimativa é que as 32 garagens, de 14 garagens e 8 consórcios, representadas fizessem parte do protesto. Em nota, a SPTrans informou no final da noite de segunda-feira que adotaria medidas emergenciais de atendimento, visando minimizar os transtornos aos usuários, em caso de confirmação da paralisação. A nota acrescenta que aplica as multas nas empresas, e não nos motoristas, já que estes "possuem uma relação de trabalho com as empresas e não com o poder público".
Segundo a SPTrans, 6,1 milhões de usuários utilizam diariamente o sistema municipal de transporte público na maior cidade do País.
A paralisação foi aprovada em plenário da noite dessa segunda-feira. A diretoria do sindicato diz que tenta em vão negociar com a Secretaria Municipal dos Transportes (SMT) a readequação de portaria que sancionou as multas do Resam, que estão classificadas de acordo com os padrões de qualidade, eficiência e segurança em leves, médias, graves e gravíssimas, e seus valores superam em quase três vezes mais as que constam no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Os trabalhadores são penalizados duplamente com as multas do Resam e do CTB.
Ainda de acordo com o sindicato, as empresas repassam as penalidades aos funcionários. A estimativa é que as 32 garagens, de 14 garagens e 8 consórcios, representadas fizessem parte do protesto. Em nota, a SPTrans informou no final da noite de segunda-feira que adotaria medidas emergenciais de atendimento, visando minimizar os transtornos aos usuários, em caso de confirmação da paralisação. A nota acrescenta que aplica as multas nas empresas, e não nos motoristas, já que estes "possuem uma relação de trabalho com as empresas e não com o poder público".
Segundo a SPTrans, 6,1 milhões de usuários utilizam diariamente o sistema municipal de transporte público na maior cidade do País.






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