O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a segunda-feira em baixa, mas isso não o impediu de acumular alta de 11,5% em outubro, a primeira alta mensal desde março e o melhor mês desde maio de 2009. Renovados temores sobre a crise de dívida da zona do euro, agora avivados pela Itália, fizeram o Ibovespa cair 1,97% nesta sessão, a 58.338 pontos. O giro financeiro do pregão foi de R$ 6,03 bilhões.
Segundo analistas, medidas tomadas por líderes da Europa para tentar debelar a crise na região animou os mercados e influenciou na alta do mês. Mas ressaltaram que as preocupações continuam, e que após a liberação de mais uma parcela de financiamento para a Grécia, o alto endividamento da Itália passou a ser o foco das preocupações."A Itália, depois do salvamento da Grécia, é a nova confusão, e os mercados sentiram isso", explicou o diretor da Ativa, Álvaro Bandeira.Apesar de não acreditar em uma alta na mesma intensidade da registrada em outubro, Bandeira se mantém otimista para o restante do ano. "Trabalho com um viés de alta, embora tenha esses sustos", disse.Para a chefe de gestão de fortunas da Mirae, Luciana Pazos, a alta de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no terceiro trimestre também repercutiu positivamente nos mercado em outubro. Para novembro, ela avalia que as preocupações com a zona do euro seguirão presentes."Há esperança de rali de fim de ano, mas a situação é muito séria", disse.Já o economista-sênior da CM Capital Markets, Mauricio Nakahodo, considerou que perspectivas econômicas mais longas também devem influenciar os mercado."Com investidores mais cautelosos, a bolsa pode ficar de lado. Mas por outro lado, o Ibovespa ainda está em níveis baixos e pode ter uma melhora", opinou.Nesta segunda-feira, ações de empresas de construção foram alguns dos destaques negativos. MRV caiu 6,06%, a R$ 12,10, enquanto Rossi recuou 5,65%, a R$ 10,85.Entre as blue chips, as preferenciais da Vale perderam 2,11%, a R$ 40,80, enquanto a da Petrobras caiu 1,2%, a R$ 21,32.Saiba mais
O mercado acompanha de perto o desempenho do Ibovespa porque este é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro. O índice retrata o comportamento dos principais papéis negociados na bolsa. A pontuação do Ibovespa aumenta na medida em que sobe o valor das ações.
Segundo analistas, medidas tomadas por líderes da Europa para tentar debelar a crise na região animou os mercados e influenciou na alta do mês. Mas ressaltaram que as preocupações continuam, e que após a liberação de mais uma parcela de financiamento para a Grécia, o alto endividamento da Itália passou a ser o foco das preocupações."A Itália, depois do salvamento da Grécia, é a nova confusão, e os mercados sentiram isso", explicou o diretor da Ativa, Álvaro Bandeira.Apesar de não acreditar em uma alta na mesma intensidade da registrada em outubro, Bandeira se mantém otimista para o restante do ano. "Trabalho com um viés de alta, embora tenha esses sustos", disse.Para a chefe de gestão de fortunas da Mirae, Luciana Pazos, a alta de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no terceiro trimestre também repercutiu positivamente nos mercado em outubro. Para novembro, ela avalia que as preocupações com a zona do euro seguirão presentes."Há esperança de rali de fim de ano, mas a situação é muito séria", disse.Já o economista-sênior da CM Capital Markets, Mauricio Nakahodo, considerou que perspectivas econômicas mais longas também devem influenciar os mercado."Com investidores mais cautelosos, a bolsa pode ficar de lado. Mas por outro lado, o Ibovespa ainda está em níveis baixos e pode ter uma melhora", opinou.Nesta segunda-feira, ações de empresas de construção foram alguns dos destaques negativos. MRV caiu 6,06%, a R$ 12,10, enquanto Rossi recuou 5,65%, a R$ 10,85.Entre as blue chips, as preferenciais da Vale perderam 2,11%, a R$ 40,80, enquanto a da Petrobras caiu 1,2%, a R$ 21,32.Saiba mais
O mercado acompanha de perto o desempenho do Ibovespa porque este é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro. O índice retrata o comportamento dos principais papéis negociados na bolsa. A pontuação do Ibovespa aumenta na medida em que sobe o valor das ações.






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