O faturamento da Telefônica América Latina entre janeiro e setembro deste ano foi de 21,5 bilhões de euros, 18,1% superior ao de 2010 no mesmo período, avanço que colocou a região como responsável por 46% do ganho total do grupo, detalhou nesta sexta-feira a companhia espanhola à Comissão Nacional do Bolsa de Valores em Madri.
Na comparação dos resultados é preciso considerar a inclusão da totalidade da brasileira Vivo desde outubro de 2010; anteriormente a Telefônica detinha apenas 30%. O resultado operacional antes das amortizações (Oibda) da Telefônica América Latina foi de 7,7 bilhões de euros até setembro, 27,9% menos que em 2010, ano da valorização da Vivo, mas dentro das expectativas da operadora.As despesas da Telefônica América Latina subiram 21,8%, para os 14,2 bilhões de euros, devido aos custos com funcionários e os investimentos em terminais e sistemas. No período, os investimentos da empresa somaram 3,2 bilhões de euros, 0,8% menos, devido à aquisição em 2010 de negócios no Brasil, Costa Rica e México.Em setembro, a Telefônica América Latina administrava 194,9 milhões de linhas, quantia 9% superior a de 2010. Do total, 159,8 milhões são de celulares, crescimento de 10%, e 35,1 milhões de linhas fixas, com avanço de 2%. O Brasil continua sendo o principal mercado da região, com 50% da receita da Telefônica América Latina. Argentina fornece 11%, Chile e Venezuela 8%, e Peru 7%.No Brasil, a receita até setembro de 2011 foi de 10,7 bilhões de euros, 42,2% mais que em 2010, e os acessos cresceram 13%, para 82,8 milhões.A empresa também revisou para cima as estimativas de sinergia para a integração de suas unidades no Brasil para entre 4,4 bilhões e 4,8 bilhões de euros, ante 3,3 bilhões a 4,2 bilhões de euros estimados em outubro de 2010.
Na comparação dos resultados é preciso considerar a inclusão da totalidade da brasileira Vivo desde outubro de 2010; anteriormente a Telefônica detinha apenas 30%. O resultado operacional antes das amortizações (Oibda) da Telefônica América Latina foi de 7,7 bilhões de euros até setembro, 27,9% menos que em 2010, ano da valorização da Vivo, mas dentro das expectativas da operadora.As despesas da Telefônica América Latina subiram 21,8%, para os 14,2 bilhões de euros, devido aos custos com funcionários e os investimentos em terminais e sistemas. No período, os investimentos da empresa somaram 3,2 bilhões de euros, 0,8% menos, devido à aquisição em 2010 de negócios no Brasil, Costa Rica e México.Em setembro, a Telefônica América Latina administrava 194,9 milhões de linhas, quantia 9% superior a de 2010. Do total, 159,8 milhões são de celulares, crescimento de 10%, e 35,1 milhões de linhas fixas, com avanço de 2%. O Brasil continua sendo o principal mercado da região, com 50% da receita da Telefônica América Latina. Argentina fornece 11%, Chile e Venezuela 8%, e Peru 7%.No Brasil, a receita até setembro de 2011 foi de 10,7 bilhões de euros, 42,2% mais que em 2010, e os acessos cresceram 13%, para 82,8 milhões.A empresa também revisou para cima as estimativas de sinergia para a integração de suas unidades no Brasil para entre 4,4 bilhões e 4,8 bilhões de euros, ante 3,3 bilhões a 4,2 bilhões de euros estimados em outubro de 2010.






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